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4 de abril de 2017

Concessão das Flonas Itaituba I e II

O Serviço Florestal Brasileiro, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, iniciou processo para realizar concessão de 295 mil hectares das Florestas Nacionais (Flonas) de Itaituba I e II, localizados nos municípios de Itaituba e Trairão, no oeste do Pará. A área a ser concedida corresponde a 47% da área total das Flonas, que somadas chegam a 625 mil hectares.
De acordo com a proposta de edital, serão disponibilizadas via licitação pública três unidades de manejo florestal (UMF), sendo a UMF I com 129 mil hectares, a UMF II com 127 mil e a UMF III com 39 mil. Na concorrência serão avaliadas as propostas de técnica e preço. O valor mínimo a ser ofertado por metro cúbico de madeira extraída varia de R$ 33 a R$ 68, conforme a UMF. As empresas vencedoras poderão operar nas áreas por até 40 anos. 

Audiências Públicas
Como parte do processo de consulta serão realizadas audiências públicas nos municípios de Itaituba e Trairão, nos dias 05 e 06/04. As audiências irão apresentar a proposta do edital de concessão, coletar contribuições e esclarecer eventuais dúvidas da população dos municípios e dos demais interessados no processo. As contribuições também podem ser feitas pelo site do Serviço Florestal Brasileiro, até o dia 21/04. 

Audiência Pública de Itaituba (PA)Data: 5 de abril de 2017Horário: 14hLocal: Câmara Municipal de Itaituba, Av. Getúlio Vargas, nº 419. Itaituba - PA 

Audiência Pública de Trairão (PA)Data: 6 de abril de 2017Horário: 14hLocal: Salão Paroquial – Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Rua Deputado Everaldo Martins, s/nº, Bairro Jardim Amadeus​.Trairão - PA 

As sugestões também podem ser feitas pelo email concessao.itaituba@florestal.gov.br ou pela Ouvidoria do Serviço Florestal Brasileiro.

29 de abril de 2009

Pra Não Esquecer

Hoje, no pavilhão da Igreja Católica no Município de Novo Pregresso, no período da tarde estará sendo realizada uma reunião com interessados para discutir o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC - referente a Floresta Nacional do Jamanxim.
Devem estar presentes o pessoal do ICMBio, INCRA, Ministério Público, IBAMA, DNPM, AMOT, SIMIOESPA, além de diversas outras autoridades e pessoas físicas e juridicas que utilizam os recursos naturais do entorno da Flona Jamanxim.

Tudo indica que vai ser uma discussão acirrada.


25 de abril de 2009

TAC da Floresta Nacional do Jamanxim

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio por meio de sua Diretoria de Unidades de Conservação de Uso Sustentável - DIUSP Convida a todos interessados para reunião a ser realizada no pavilhão da Igreja Católica no Município de Novo Pregresso - PA, no dia 29/04/2009 no período da tarde.
Está reunião terá como pauta o esclarecimento do Termo de Ajustamento de Conduta - TAC da Floresta Nacional de Jamanxim.
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O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio por meio de sua Diretoria de Unidades de Conservação de Uso Sustentável - DIUSP, Convida todos os participantes e instituições que estiveram na Sede do ICMBio em Brasília - DF para discussão sobre o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC Jamanxim, para reunião a ser realizada na Prefeitura Municipal de Novo Progresso - PA, no dia 30/04/2009 no período da manhã.
Esta reunião terá como pauta a construção de agenda conjunta para realização de atividades na Floresta Nacional de Jamanxim.

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É importante a presença de mineradores, agricultores, madeireiros e demais segmentos da sociedade que desenvolvem atividades na Floresta Nacional do Jamanxim.

27 de junho de 2007

Surprêsa!

Soube que uma equipe do IBAMA numa turnê aérea de helicóptero visitou um garimpo na região do Jamanxin, na Floresta Nacional de Jamanxin.
Segundo relato de um dos moradores perguntaram se alguém queria fazer uma denúncia por lá sobre os trabalhos ou outras irregularidades correntes. Ninguém se manifestou. Pelo menos por enquanto.
Pelo menos sabemos que há uma ação dos fiscais ambientais.
Mas porque tão rápida? Esta vistoria não merecia uma checagem completa para saber se realmente há problemas ambientais por lá?
Conhecendo a área posso relatar que existe assoreamento dos igarapés, derrubada de árvores proibidas, extinção de vida animal e muitos outros acintososcrimes ambientais.
Só podemos concluir que falta seriedade nestas vistorias.

Parceria Legal

No site do Pará Negócios, uma demonstração de que a mineração é o melhor caminho para a conservação da biodiversidade:

"Manter um corredor de floresta de cerca de 10 milhões de hectares numa das regiões mais ricas em biodiversidade da Amazônia, para evitar que se repita no entorno do projeto da mina de bauxita da Alcoa em Juruti, no oeste do Pará, o ocorrido em outras áreas de mineração no Estado, nas quais a atividade acabou atraindo frentes de desmatamento. Esse é o principal objetivo do programa lançado nesta terça-feira em Belém pela organização ambientalista Conservação Internacional (CI-Brasil), em parceria com a Alcoa. O Programa de Apoio à Conservação da Biodiversidade da Amazônia vai aplicar R$ 2 milhões nos próximos dois anos para consolidar um parque nacional e outras três unidades de conservação localizadas entre os rios Tapajós, no sudoeste paraense, e o Madeira, no sudeste amazonense - o Parque Nacional da Amazônia, as Florestas Nacionais Pau-Rosa e Amanã e a Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. Essas unidades, que ocupam quase três milhões de hectares, são a base do corredor de biodiversidade que poderá chegar a 10 milhões de hectares e que inclui ainda uma unidade estadual no Amazonas e uma terra indígena entre os dois estados. É uma região com uma biodiversidade rica, que inclui espécies ameaçadas de extinção.

Leia mais aqui.