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21 de outubro de 2015

III Chamado da Floresta em Arapiuns

O Chamado da Floresta é realizado a cada dois anos pela CNS - Conselho Nacional das Populações Extrativistas - antigo Conselho Nacional dos Seringueiros.

O I Chamado foi realizado em 2011, na Resex Terra Grande Pracuuba, em São Sebastião da Boa Vista, na ilha do Marajó, no Pará. O II Chamado ocorreu em 2013, na Resex Gurupá Melgaço, no município de Melgaço, situado no mesmo arquipélago.
Cerca de 3 mil lideranças extrativistas de todos os estados da Amazônia são esperadas no III Chamado da Floresta.

O evento se realizará nos dias 28 e 29 de outubro, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, situada na comunidade São Pedro, no município de Santarém, na região do Baixo Amazonas, no Pará. 
A presidenta da República, Dilma Rousseff e ministros são esperados no evento.
A Resex fica distante oito horas de barco da sede de Santarém.

O III Chamado da Floresta é tratado como uma jornada de luta das comunidades extrativistas, realizada a cada dois anos, que tem como objetivo apresentar reivindicações da pauta extrativista para o governo federal, voltadas à melhoria das condições de trabalho e de conservação na natureza. Este ano, o tema do evento será "Floresta conservada é vida continuada". 

Durante o III Chamado, os grupos de trabalho vão aprofundar as discussões sobre os temas afeitos às atividades das populações extrativistas: reforma agrária; produção e geração de renda; infraestrutura básica; saúde, especialmente a preventiva; e organização e gestão, incluindo os serviços ambientais.


28 de julho de 2015

Carta de Manaus

Da Agência Pará de Notícias:
A “Carta de Manaus”, documento final do 11º Fórum dos Governadores da Amazônia, ocorrido nesta sexta-feira (24), em Manaus (Amazonas), traz entre um de seus pontos o mesmo tom que já havia sido abordado na abertura do evento: a necessidade do trabalho entre o conjunto dos governadores do país com o governo federal para elaborar propostas e medidas urgentes para o enfrentamento da crise econômica, que tem reflexos no campo político e institucional. O governador Tião Viana, do Acre, informou que a presidente Dilma Rousseff começou a convidar os governadores para uma reunião, que deve ser ocorrer no fim deste mês.
A “Carta de Manaus” foi assinada no fim da tarde pelos nove governos estaduais que compõem a Amazônia Legal. No encontro, o Pará recebeu o indicativo de ser sede do próximo Fórum dos Governadores, em data ainda a ser definida.
Para avançar nessas propostas, os governadores da Amazônia Legal propõem ao Governo Federal a criação de um grupo de trabalho, que resulte por fim na construção de um modelo de desenvolvimento adequado à região, rediscutindo a forma de aplicação e o papel dos fundos constitucionais.

4 de junho de 2015

14 º Simpósio de Geologia da Amazônia

Prepare-se!
No período de 27 de setembro a 01 de outubro de 2015 ocorrerá o 14 º Simpósio de Geologia da Amazônia, no Campus II da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, em Marabá.
A temática do evento, RECURSOS MINERAIS DA AMAZÔNIA E SUAS IMPLICAÇÕES SOCIOECONÔMICAS, busca uma reflexão sobre o desenvolvimento econômico, social e a ocupação do espaço nas várias regiões relacionadas às áreas onde se tem implantados projetos de mineração na Amazônia, com todas as suas peculiaridades, com uma preocupação sobre a sustentabilidade do território com agregação de valores do tripé econômico-ambiental-social.
Agende-se!

2 de junho de 2015

Agonia 1/2015: Novas Unidades de Conservação?

A despeito do que prevê a Lei Complementar 140/2011, o MMA (Ministério de Meio Ambiente) resolveu efetuar a criação de um Grupo de Trabalho para acelerar a proposta de criação de unidades de conservação sobre as glebas públicas federais na Amazônia.
Neste GT não há nenhum membro que possa dizer "eu sofro as consequencias": Só "federais"!

É a esculhambação da lei...

15 de junho de 2009

Amazônia e desenvolvimento territorial no século XXI

Amazônia e desenvolvimento territorial no século XXI” é tema de seminário que acontece nos dias 18 e 19 de junho no Auditório do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, numa promoção conjunta dos Programas de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/IFCH), em Gestão de Recursos Naturais (PPGDAM/Numa) e em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido (PDTU/Naea).

Cerca de 400 inscritos, entre profissionais e estudantes, participarão do evento, cujo objetivo é estabelecer um espaço conjunto de debate acadêmico e institucional acerca das dinâmicas regionais e das políticas de desenvolvimento territorial para a Amazônia.

Fonte: Ecodebate

8 de junho de 2009

A batalha da Amazônia

Por Luciano Martins Costa em 8/6/2009

A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.

Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).

A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.

Ir ao local

Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.

A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.

Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.

A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.

Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.

6 de junho de 2009

Amigos e Inimigos

As organizações ambientalistas e movimentos sociais divulgaram o "Prêmio Amigos e Inimigos da Amazônia".

Veja (clicando no link) quem foram os escolhidos:


Prêmio Amigo da Amazônia
Prêmio Inimigo da Amazônia

A lista foi organizada pelas organizações Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Greenpeace, Instituto Socioambiental, Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais (FBOMS) e Movimento dos Sem Terra (MST).

2 de junho de 2009

Audiência Discute Planos de Desenvolvimento na Amazônia

A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza audiência pública na quinta-feira (4) para discutir os "planos de desenvolvimento regional das macrorregiões sobre área de influência de projetos de investimentos estruturantes na Amazônia".

A audiência foi proposta pelo Eduardo Valverde (PT-RO). Segundo ele, o objetivo é conhecer os estudos já elaborados pelo governo e os grupos de trabalho instalados ou a serem instalados para articular os diversos projetos de infra-estrutura em andamento na região amazônica, como o complexo hidrelétrico do Madeira, a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, a BR-163, etc.

Foram convidados para o debate representantes da Casa Civil, do Ministério da Integração Nacional, do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos.

A reunião será realizada às 10 horas no plenário 14.

Fonte: Agencia Câmara


28 de maio de 2009

Desmatamento em queda livre



O desmatamento da Amazônia Legal diminuiu mais de 35% em março e abril deste ano, com relação ao mesmo período do ano passado. As informações são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), mantido pela ONG Imazon Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia. As medições por satélites mostram que foram destruídos 57 quilômetros quadrados em março e 121 quilômetros quadrados em abril deste ano.

A redução foi de 50% em relação a marco de 2008 e de 22% para abril de 2008. Os dados, no entanto, podem estar subestimados. Durante os dois meses de 2009, no entanto, a Amazônia estava com 65% de cobertura de núvens, que impedem a análise completa dos satélites

Já o desmatamento acumulado de agosto de 2008 a abril de 2009 totalizou 927 quilômetros quadrados. Em relação ao desmatamento ocorrido no mesmo período do ano anterior (3.849 quilômetros quadrados) houve uma redução de 76%, segundo o Imazon.

Em março de 2009, o desmatamento foi maior em Mato Grosso (39%) e Roraima (34%), seguido de Rondônia (13%), Acre (7%), Amazonas (6%) e Pará (1%).

Em abril, 45% do desmatamento ocorreu em Mato Grosso, seguido do Pará com 32% e Roraima com 14% e o 9% restantes no Amazonas, Rondônia e Acre.

Soraya Aggege - O Globo

20 de maio de 2009

Visões da Cheia. Do Amazonas ao Pará


Em Santarém.
Vista da Praça do Pescador em direção ao Centro Comercial fedorento.














Em Óbidos. Vista do navio Ana Beatriz.















Em Juruti.
Visão do rio Amazonas.















Manaus. Visão do porto.


















Itaituba.
Visão do Terminal Hidroviário

14 de maio de 2009

Abriu a Porteira!

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem (13) a medida provisória 458, que permite à União transferir, sem licitação, terrenos de sua propriedade, de até 1,5 mil hectares, aos ocupantes das áreas na Amazônia Legal. Para ter direito a receber esses terrenos, o ocupante deverá comprovar que já morava na área antes de 1° de dezembro de 2004.

Fonte: Portal Ecodebate

Desprêzo

Sôbre a postagem "Vigília pela Amzônia" recebi o seguinte comentário:

Olha, a mais ou menos 3 semanas atrás, entraram na agencia 3 homens (que logo de cara se ver que não são daqui e sim do sul). Enquanto eu os atendia, dois deles ficaram conversando entre si.
Um que estava com um chapéu daqueles de ‘cowboy’, dizia assim: "Não sei pra diabos em Aveiros existe reserva ambiental. Por um acaso o povo vai comer isso, vai comer mato?"
E o outro respondeu: "O povo daqui tem mais é que sofrer mesmo. Tem que comer peixe frito com farinha. Os outros estados tinham que prender comida e não vendar mais nada pra cá. Ai sim esse povo ia ver o que é bom."

Meu Caro, eu JURO pra você que fiquei tão indignado com aquilo que tive de pedir licença e dizer que não ia mais atendê-los.
Quase pulei no pescoço deles.
É numa hora dessas que não podemos ter em mãos uma arma, porque senão se faz besteiras, ou até mesmo um bem pra humanidade.

Este é o pensamento dos bandoleiros, que vem pra cá somente pra explorar.
Muitos vêm e se fixam por aqui, além de investir o lucro em produção e emprego para o povo da região.
Mas, o pensamento da maioria é este acima.
Too bad!

13 de maio de 2009

Vigília pela Amazônia

Do Amazônia:

Começa hoje (13), às 18h00, na sede do Senado Federal, em Brasília (DF), uma vigília pela Amazônia, que será realizada em forma de audiência pública, com o objetivo de chamar a atenção da opinião pública para a necessidade de conservação da floresta.

O evento, que poderá ser acompanhado ao vivo em transmissão pela TV Senado, deverá se estender até meia-noite e contará com a participação de ambientalistas e parlamentares empenhados em debater as atuais ameaças à Amazônia, a importância do bioma e o avanço de iniciativas sustentáveis na região.

A vigília foi pedida ao Senado pelo movimento "Amazônia para Sempre", liderado pelos atores Christiane Torloni, Juca de Oliveira e Victor Fasano. Os artistas se impressionaram com a devastação da floresta amazônica durante as gravações da minissérie Amazônia, em 2007. O movimento reuniu cerca de 1,2 milhão de assinaturas de pessoas que pedem o fim do desmatamento.

Estudos já comprovaram que a Amazônia presta importantes serviços ambientais ao planeta, e especialmente ao Brasil, já que o equilíbrio climático do país depende da conservação da floresta. No entanto, o bioma vem perdendo, em média, um campo de futebol oficial de mata nativa a cada dez segundos, nos últimos seis anos.

12 de maio de 2009

Derubada Legal

Um grupo de 60 assentamentos concentrou no ano passado metade do desmatamento registrado nas 2.546 áreas de reforma agrária da Amazônia Legal, região formada pelos Estados do Norte, Mato Grosso e parte do Maranhão.

Essa densidade na derrubada da floresta aparece em relatório do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) recém-concluído com auxílio de dados do Ibama e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Fonte: Jornal da Ciência

7 de maio de 2009

Descobrir a Amazônia, Descobrir-se Repórter

O curso "Descobrir a Amazônia, Descobrir-se Repórter", promovido pela USP, destinado a 30 alunos de jornalismo, mas aberto também a outros interessados nas questões amazônicas, começa no dia 9 de maio, sábado.

Trata-se de uma atividade de complementação universitária com uma dinâmica similar às situações que os estudantes encontrarão em conferências de imprensa seguidas de entrevistas coletivas em sua futura carreira profissional.


Fonte: Jornal da Ciência

Prêmio José Márcio Ayres

Alunos e professores do ensino fundamental e médio do estado do Pará ganharam mais alguns meses para preparar seus projetos de pesquisa e concorrer ao Prêmio José Márcio Ayres para Jovens Naturalistas (PJMA), criado, em 2003, pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e Conservação Internacional (CI- Brasil). O novo prazo de encerramento das inscrições é 4 de setembro de 2009.

O Prêmio convoca alunos dos níveis de ensino fundamental e médio para estudar e observar a biodiversidade amazônica. Os melhores trabalhos escritos são selecionados para concorrer como finalistas e serão apresentados por seus autores para uma comissão formada por educadores e pesquisadores, que definirão os vencedores.

A comissão selecionará os três melhores trabalhos em duas categorias de premiação: fundamental e nível médio. Os 1º e 3º lugares de cada categoria recebem valores entre R$ 2.000, 00 e R$ 1.000,00. O concurso também premia os professores-orientadores, que recebem computadores, e as escolas com melhores resultados. Todos os participantes ganham certificados, mas os alunos destacados com menções honrosas, assim como seus professores-orientadores, recebem também publicações.

Fonte: Jornal da Ciência

ZEE e a Amazônia

O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável ,Egon Krakhecke pediu nesta terça-feira (5), na saudação que fez na abertura da reunião da Comissão Coordenadora do Zoneamento Ecológico-Econômico, o empenho dos representantes da cada um dos treze ministérios que integram o colegiado para garantir a aprovação, pelo Congresso Nacional, da medida provisória que regulamenta posses rurais na Amazônia com exigências de condicionantes ambientais.
Segundo Krakhecke, tanto os ZEEs estaduais quanto o Macro Zoneamento da Amazônia guardam profunda relação com a regularização, nos termos em que ela está definida na MP, que deve ser preservado.

Fonte: MMA

6 de maio de 2009

Cenários...

Nos dias 22 e 23 de abril, representantes do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) estiveram em Petrópolis (RJ) para a reunião que definiu os últimos ajustes para o início do projeto “Cenários para a Amazônia: Clima, Biodiversidade e Uso da Terra”, ou simplesmente Cenários, iniciativa resultante da parceria entre MPEG, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Laboratório Nacional de Computação Científico (LNCC).

O objetivo do “Cenários” é produzir dados qualitativos para geração de modelos que poderão prever os resultados de impactos ambientais no futuro.

A experiência de três grandes programas de pesquisa do para a Amazônia darão suporte para o intento do “Cenários”: o Projeto de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), a Rede Temática em Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma) e o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio); juntos eles devem ampliar o embasamento técnico-científico e o apoio à tomada de decisões em níveis estaduais e regionais; incrementar e aprimorar as ações de disseminação dos conhecimentos gerados e formar recursos humanos qualificados nas áreas de atuação dos programas.

Fonte: Jornal da Ciência

2 de maio de 2009

Cartografia da Amazônia

O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) divulgou que já estão sendo processadas as primeiras imagens aéreas de radar na banda “P” (com capacidade de atravessar a cobertura florestal, coletando informações a partir do solo) da cartografia terrestre da Amazônia Legal, feitas na região conhecida como Cabeça do Cachorro, no Amazonas. A informação foi divulgada pelo diretor de Produtos do Sipam, Wougran Galvão, durante sua palestra no Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, promovido pelo Inpe, em Natal (RN).
O principal objetivo do Projeto é acabar com os vazios cartográficos e contribuir para o desenvolvimento e proteção da Amazônia.
As informações ainda ajudarão no conhecimento da Amazônia brasileira e na geração de informações estratégicas para monitoramento de segurança e defesa nacional, em especial nas fronteiras.
O trabalho é coordenado pelo Sipam, órgão ligado à Casa Civil da Presidência República, e os executores são o Exército, a Marinha, a Aeronáutica e o Ministério de Minas e Energia, através da CPRM (Serviço Geológico do Brasil).

Fonte: 24 Horas News