Geologia e Ambiental

13 de maio de 2015

Encontro Nacional da Geologia e Engenharia de Minas

O Encontro Nacional da Geologia e Engenharia de Minas será realizado entre os dias 13 e 15 de maio, no Rio de Janeiro, no Centro de Convenções Sulamérica.

Marco Regulatório da Mineração, tecnologia mineral, fiscalização, formação e atribuição profissional de técnicos, tecnólogos, geólogos e engenheiros de minas são temas que permearão as discussões do encontro. “Deveremos ter o deputado federal presidente da comissão que discute o Marco Regulatório da Mineração [Gabriel Guimarães (PT/MG)], além de membros das Comissões de Educação e Atribuição Profissional do Confea e dos Creas, professores, profissionais e pesquisadores”, destaca José Margarida.Orientações sobre fiscalização na mineração será um dos motes do Encontro Nacional da Geologia e Engenharia de Minas. “A expectativa é proporcionar discussão para fornecer meios aos conselheiros de atuarem melhor na orientação e fiscalização na mineração, além de contribuir mais em sua área de atuação, seja no campo, na indústria ou no ensino e pesquisa”, afirma o coordenador nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Engenharia de Minas (CCEGM), Eng. Minas José Margarida da Silva.O Encontro Nacional da Geologia e Engenharia de Minas, cuja realização foi aprovada por meio de Decisão Plenária, será realizado paralelamente ao Encontro Nacional da Engenharia Elétrica e ao Encontro Nacional da Engenharia Mecânica e Metalúrgica. Os três eventos serão promovidos pelo Sistema Confea/Crea e Mútua, nos dias 13, 14 e 15 de maio, no Rio de Janeiro. 
Fonte: CONFEA

Quem lê?

Um artigo - Imprensa investe cada vez mais na imbecilização - escrito pela professora Ângela Carrato, que é jornalista e professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG poderá causar uma furiosa aversão ao tema.
Eu, no entanto prefiro colocar o escrito como um alerta aos que pretendem ingressar na carreira jornalística.

Então vamos ao texto:

"Recente pesquisa divulgada pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014. O resultado é preocupante, especialmente se comparado a anos anteriores. Até 2012, a média de leitura do brasileiro era pequena, mas apresentava um número bem mais significativo. Esta média era de quatro livros por ano, sendo 2,1 livros lidos até o fim, segundo levantamento feito pelo Ibope Inteligência em 2011. Por que o Brasil lê tão pouco? O assunto não gerou nenhuma comoção nacional. Não motivou manchetes de jornais e revistas, reportagens especiais no rádio ou na TV e muito menos comentários ou editoriais indignados. Em outras palavras, pouquíssimo se falou sobre o tema, com professores e escritores repetindo as respostas de sempre: o problema se deve ao pouco investimento em estudo, à falta de vontade política e à própria cultura do povo brasileiro, mais oral do que textual.Vistas assim, estas explicações acabam jogando a responsabilidade no colo do governo (seja ele qual for) e das próprias pessoas, já que seria parte da “própria cultura do povo brasileiro”. Se para alguns estas “explicações” podem ser suficientes, elas estão longe de abranger o problema em toda a sua dimensão e, principalmente, de apontarem soluções eficazes.Além do governo e das próprias pessoas, existe outro grande responsável por este estado de coisas que nunca é lembrado: a mídia brasileira, sobretudo a mídia audiovisual comercial que pensa apenas no lucro e transforma o ouvinte/telespectador em mero número na disputa desenfreada por audiência. Nunca houve, de forma efetiva e continuada, investimento desta mídia no aprendizado e desenvolvimento de crianças, jovens e adultos. Ao contrário, investiu-se e investe-se cada vez mais na imbecilização geral.Em todos os países democráticos, a educação sempre foi uma das tarefas prioritárias dos meios de comunicação, ao lado de informar, entreter e prestar serviços. Tarefa reforçada pelo fato de que na Europa, a mídia audiovisual pública, comprometida os interesses da cidadania, precedeu à mídia comercial. O quê faz uma enorme diferença. Mesmo nos Estados Unidos, onde a mídia comercial prevalece, existem mais de 600 emissoras de rádios e TVs públicas que servem de parâmetro para as demais e para a própria sociedade.

4 de maio de 2015

Inscrição no CAR é prorrogada


Os produtores rurais terão mais um ano para se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
O prazo termina nesta terça-feira (5), mas o governo decidiu adiar a obrigatoriedade.
Criado pelo Código Florestal e aprovado em maio de 2012 o CAR serve como um banco de informações sobre os imóveis rurais.
O cadastro reúne dados como a delimitação das áreas de proteção, reserva legal, área rural consolidada e áreas de interesse social e de utilidade pública.
Fonte: IDG