Geologia e Ambiental

27 de abril de 2017

Processo Eleitoral extinto por "Falta de Interesse"

O processo eleitoral Nº 0000528-16.2012.6.14.0034, pugnado pela Coligação "Unidos com o Povo" (candidata majoritária Eliene Nunes) contra a Coligação Todos por Itaituba (candidato majoritário Valmir Climaco) foi sentenciado pelo juiz Rafael Grehs, da 34a. Zona Eleitoral como extinto sem resolução do mérito por absoluta falta de interesse processual dos envolvidos.

Traduzindo: tempo e trabalho gasto à toa!

25 de abril de 2017

A Geologia e a Cidade

 

Há muito tempo se tem dito (pelos geólogos especialistas no campo Urbano) que a mais radical intervenção modificadora do homem no meio físico natural é a cidade.
É uma intervenção antrópica radical que elimina a vegetação natural, impõe desequilíbrios geotécnicos por escavações, cortes, aterros e obras subterrâneas, impermeabilização com aumento de escoamento superficial e redução de infiltração de águas pluviais, alterações climáticas locais etc. Ao mesmo tempo requer uma série de insumos básicos: disponibilidade de áreas para crescimento urbano, agregados para materiais de construção civil, água superficial e subterrânea, terras para produção agrícola hortifrúti, áreas para lazer e funções ambientais, áreas próprias para disposição de resíduos e locação de cemitérios, áreas especiais para instalação de aeroportos, portos, distritos industriais etc.
Embora o conhecimento intenso da geologia urbana e as ferramentas técnicas tenham sido disponibilizadas pelos geólogos e geotécnicos aos gestores municipais para seu correto uso, as cidades brasileiras insistem em desconsiderar quase por completo suas relações com o meio geológico físico, advindo daí uma série de problemas (ou tragédias): enchentes, deslizamentos, perda de mananciais superficiais e subterrâneos, degradação precoce da estrutura urbana, acidentes em obras civis, direcionamento de crescimento urbano para áreas de risco etc.
Esses problemas, por mais imperceptíveis que possam parecer, determinam custos financeiros altíssimos para a administração pública e para os negócios privados.
Cada cidade tem suas características geológicas diferentes e estas devem ser levadas em conta sempre que uma obra de pequena, média ou grande magnitude for executada.
Os tres poderes são intrinsecamente responsáveis pelos cuidados que devem ser tomados para que a solução destes problemas passem sempre por estudos, planejamento, orientação e monitoramento das questões urbanas associadas ao meio físico geológico, com uma equipe ajustada e competente para tal fim.
Casos típicos são as constantes enchentes na orla de Santarém ou nos deslizamentos em Miritituba, o precário abastecimento d'água, a (in)disposição correta dos resíduos sólidos e a ampliação de loteamentos verticais nesta região.
Este (novo) campo de atuação - Geologia Urbana - demonstra que há necessidade de se conhecer e aplicar a história geológica e os comportamentos geotécnicos, em sua complexidade e permanente dinamismo, considerando o que determinou no passado, o que determina no presente e o que determinará no futuro fisiográfico da região que vai interagir com a cidade que lhe é sobreposta.

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Fotos do autor e de blogueiros tapajônicos.
Texto baseado na obra "Cidades & Geologia", de Álvaro Rodrigues dos Santos.

23 de abril de 2017

MAS Ú CARAMBA!!!



Depois de muita polêmica resolvi dar uma espiada na novela: "A Força do Querer".
Já sei até o que alguns vão pensar de mim: égua, Henrique Sauma, tu já estás no teu momento? Já!
Maninho, confesso que algumas coisas me deram uma gastura e fiquei na cuíra pra escrever esse texto pai d'égua.
Em primeiro lugar a fictícia Parazinho não fica no Pará. Égua, tédoidé, como assim? Boiei!
Pois é, pequeno, a tal cidade fica na Comunidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no município de Iranduba no Amazonas. Alopraram!
Aliás, por falar em Parazinho (que fica lá na caixa prego) to cismado com uma coisa: Como eles fazem pra ir de barco até Castanhal? Tua vai me dizer agora que fica bem ali no canto? Pira paz não quero mais!
Como nortista e paraense nato (orgulhosamente), há coisas muito nossas como a música, gastronomia, sotaque, expressões, entre outras, que deveriam estar sendo tratadas com mais respeito e fidelidade ao real, sem essa de licença poética, por favor!!!.
Sobre geografia, acho que os amigos da emissora fazem (sempre fazem!!!) uma certa confusão e para ajudá-los gostaria de esclarecer que o Pará fica na região Norte, tá? Quem disse pra vocês que paraense fala com sotaque nordestino? Com todo respeito aos nossos irmãos daquela região tão fantástica.
E a tal de Ritinha, aquela Catiroba (disque tá prenha), que fala com sotaque mineiro, axiiii, credo!
Avacalharam com o nosso jeito de falar, eles estão arremedando a gente, isso sim.
Esbandalharam com o nosso "Égua!!!", que tem um jeito muito especial de falar e isso depende muito de cada situação, né? Os paraenses me entendem.
E o que foi aquele pessoal cantando vós sois o lírio mimoso fora do ritmo? Selado, aquilo foi dispré. Valei-me Nossa Senhora de Nazaré!!!
E aquela cena da protagonista, toda cheia de pavulagem, vestida de sereia dentro de um "aquário" no ver o peso? Desde quando tem aquilo lá, mano? Aplica! Me espoquei de rir!
Esse pessoal da Globo é tudo Pomba Lesa! Muito palha essa pesquisa que fizeram sobre os nossos costumes, só potoca!
Fiquei mordido, me deu vontade de malinar com eles, muquiar mesmo, mas como eu não sou leso (vou já responder pelo 129? Hum, tá cheiroso!), vou é jogar uma pissica mesmo, tomara que na próxima vez que vierem aqui gravar no ver o peso, no meio do pitiú, levem uma surra dos carapanãs ou maruins e fiquem todos curubentos, cheios de tapurus.
Digo mais, se eu encontrar um deles aqui em Belém vou chegar na manha e dizer em bom paraensês: ei, maninho, te sai daqui senão tu vai levar o farelo!!!
Pronto, falei, eu tava agoniado!
Bom, vou rasgá porque ainda tenho que ir lá em baixo...
OBS: Se a minha pissica não der certo vou botar quebranto em neles!!!

*Henrique Sauma é Paraense, Sociólogo, Advogado Criminalista, Professor Universitário, "Chef" do Puxadinho e Devoto de Nossa Senhora de Nazaré.

20 de abril de 2017

Lava-Jato ou Lava a Jato?

A partir da delação de diversos protagonistas sobre a "indústria da propina" no Brasil, a população começou a ver os políticos com outros olhos: o da desconfiança.
Ocorrerá a indústria da propina e corrupção também no nível municipal?
A partir destes "olhares" surge uma desconfiança acentuada: se o parlamentar municipal fizer parte da base do governo, as suas proposições atendidas serão consideradas corrupção ou não?
Explicando: um vereador da oposição solicita, através de requerimento, que a rua X seja asfaltada e este é aprovado por unanimidade na Câmara Municipal, mas o gestor não atende a solicitação pelo motivo óbvio da incompatibilidade política; outro vereador, este da situação e que vota sempre a favor das demandas do executivo, pede que seja asfaltada a rua Y, sendo também seu requerimento aprovado e o gestor manda fazer a obra. O atendimento ao seu "parceiro político" pode ser considerado corrupção?

Mensagem inesquecível

Lição da tese de doutorado, de autoria de Pedro Henrique Pedreira Campos "A Ditadura dos Empreiteiros: as empresas nacionais de construção pesada, suas formas associativas e o Estado Ditatorial brasileiro , 1964-1985":
"Empreiteiro é aquele sujeito que convenceu o faraó a empilhar uma pedras no deserto."
Elio Gaspari, fevereiro/2011

18 de abril de 2017

Ecopatas unidos contra o povo da Amazônia

Via Ambiente Inteiro:
Um grupo formado por 18 ONGs ambientalistas entregou hoje aos presidentes da República, Michel Temer, do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, uma carta em que pede a interrupção imediata da tramitação da Medida Provisória nº 756. A MP ajusta os limites de algumas Unidades de Conservação para conciliar a proteção ambiental com a ocupação tradicional das áreas.

O texto inicial enviado pelo Ministro do ½ Ambiente, Sarney Filho, era uma bomba para o povo que vive na região da BR-163, no Pará.

Sarneyzinho tentou ampliar de maneira sub-reptícia uma área de proteção ambiental até a margem do Rio Jamanxim afetando centenas de produtores rurais. Além disso, o texto inicial ampliava o Parque Nacional do Rio Novo com o único objetivo de fechar duas vicinais que ligam o município de Novo Progresso a Reserva Garimpeira do Tapajós terminando de aniquilar a economia da cidade.

Na opinião deste humilde escriba, Sarney Filho tentou dar esses dois golpes como contrapartida a liberação da Licença Ambiental da ferrovia que ligará as zonas produtivas de Mato Grosso aos portos do Pará. A ferrovia conhecida, como Ferrogrão, depende da desafetação de parte de outra unidade de conservação da região. Essa desafetação foi feita através da Medida Provisória nº 758. Os ambientalistas governamentais entregaram a desafetação da MP 758 e a Licença da Ferrogrão pelos golpes da MP 756.

Os ecocidas só esquecerem de uma coisa: O Brasil é uma democracia. As leis passam pelo crivo do povo por meio dos seus representantes no Congresso Nacional. Ambientalista radical detesta o povo. Entenda a razão.

Na semana passada, o deputado José Priante (PMDB/PA), relator da Comissão Mista encarregada de emitir parece sobre a Medida Provisória nº 756 desfez a tentativa de golpe dada por Sarney Filho e anulou a ampliação do Parque Nacional do Rio Novo e da Área de Proteção Ambiental do Jamanxim.

As ONGs, que estavam silentes até esse momento porque ganhavam com o golpe do ministro, querem agora derrubar a MP
. As ONGs acusam o deputado Priante de ter quebrado acordos feitos com o Ministério do ½ Ambiente.

Aliado às ONGs de ambientalismo radical, o Ministro do ½ Ambiente, já avisou que recomendará o veto ao texto caso seja aprovado pelo Congresso. Aos ecopatas só interessa o arbítrio.

O relatório aprovado na Comissão Mista ainda precisa ser apreciado pelos plenários da Câmara e do Senado antes de ser sancionado (ou vetado) pelo Presidente Michel Temer.

Já os parlamentares alegam que o texto aprovado protegerá as famílias que chegaram na região antes da criação da Floresta Nacional por Marina Silva em 2006. A maioria dessas famílias vive na região há mais de 30 anos e precisam ter os seus direitos assegurados, o que é ignorado pelas ONGs.

Como eu já disse, na opinião deste escriba, o acordo feito foi liberar a passagem dos grãos do Mato Grosso até o rio Amazonas em troca de meter o ferro nos amazônidas pelo caminho. Priante fez muito bem em mandar esse acordo de coxia para os infernos.

Na carta entregue hoje aos presidentes Michel Temer, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira as ONGs afirmam que a MP "visa legalizar extensas áreas ocupadas ilegalmente por grileiros". Ainda de acordo com a carta dos ecotalibãs, a região seria "uma fronteira estabelecida de crimes ambientais, como grilagem de terras públicas, garimpo ilegal, tráfico de madeira e invasão de áreas protegidas", enfim, tudo o que não presta.

Veja AQUI tudo o que este blog já publicou sobre a esperteza sub-reptícia do Ministério do ½ Ambiente em relação à Medida Provisória nº 756

A carta é assinada pelas seguintes ONGs radicais:

  • Conservation Strategy Fund Brasil – CSF
  • WWF
  • Friends of the Earth
  • International Rivers – Brasil
  • Instituto Socioambiental – ISA
  • Instituto de Desenvolvimento Social – IDS
  • Operação Amazônia Nativa – OPAN
  • Associação Conservação da Vida Silvestre – WCS Brasil
  • Conectas
  • Alternativa Terra Azul
  • Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social
  • Grupo de Trabalho Amazônico – GTA
  • Instituto Centro de Vida – ICV
  • Instituto do Homem e do Meio Ambiental da Amazônia – Imazon
  • Inesc
  • Projeto Saúde e Alegria
  • Rede Nacional Pró Unidades de Conservação – Rede Pró-UCs
  • Uma Gota no Oceano
Com informações da Zong e imagem de Jonas Pereira/Agência Senado

Norma Técnica para Cidades Sustentáveis

istock 000043960740 full,400x279 ABNT publica primeira norma técnica brasileira sobre cidades sustentáveisO Brasil ganhou recentemente a sua primeira norma técnica no âmbito das cidades sustentáveis. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) aprovou e publicou em 18 de janeiro a ABNT NBR ISO 37120:2017 “Desenvolvimento sustentável de comunidades – Indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida”.
A norma define e estabelece metodologias para um conjunto de indicadores, a fim de orientar e medir o desempenho de serviços urbanos e qualidade de vida. Ela é uma tradução e adaptação para a língua portuguesa da norma ISO 37120:2014 Sustainable development of communities – Indicators for city services and quality of life.
A elaboração dessa norma técnica envolveu diversos técnicos e instituições, como o Secovi-SP, a Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades, Sabesp, CAU, CBIC, CTE, CBCS, Politécnica USP, FAUUSP, CDHU, Instituto de Engenharia e outras. A premissa foi a necessidade identificada pela sociedade brasileira e a importância de o País dispor de um documento que pudesse se constituir em uma referência normativa.
O trabalho foi desenvolvido no domínio da Comissão de Estudo Especial 268 da ABNT (CEE-268), “Cidades e comunidades sustentáveis”, sob a coordenação do professor Alex Abiko, da Politécnica USP e da Câmara Brasileira da Construção Sustentável (CBCS), secretariado pela engenheira Iara Negreiros. A CEE-268 é uma comissão espelho da Technical Committee TC268 da ISO, Sustainable cities and communities.
A ABNT NBR ISO 37120:2017 reflete um enfoque global de indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida, e sua aplicação deve prever que estes indicadores estejam em harmonia com as normas e legislação vigentes no Brasil, no que tange as definições, métricas e métodos de obtenção dos indicadores.
Esses indicadores podem ser utilizados para rastrear e monitorar o progresso do desempenho da cidade. A fim de atingir o desenvolvimento sustentável, todo o sistema urbano necessita ser levado em consideração. Planejar para as necessidades futuras deve levar em conta o atual consumo e eficiência de recursos, para o melhor planejamento do amanhã.
As próximas normas a serem desenvolvidas no contexto da CEE-268 são as de sistema de gestão para o desenvolvimento sustentável e as de cidades inteligentes.
Fonte: Assessoria de Comunicação – Secovi-SP

17 de abril de 2017

Mensagem: Farinha do mesmo saco!

Da lavra do advogado José Ronaldo Dias Campos sobre a "apresentação" dos envolvidos na Lava Jato:
"Nem um partido pode atirar pedra no outro, sob pena de mutilação recíproca! Estão abraçados com a corrupção, propagando, silentemente, a desesperança."
 E os indivíduos partidários...

13 de abril de 2017

A Importância da Mineração

Esta postagem advém de um comentário feito por alguém denominado "Jon Jon", depois da postagem Como vai a mineração no Pará republicada no Blog do Jeso. Neste comentário o indivíduo pergunta "mineração pra quem? para grandes empresas e não deixar nada pra região só os buracos? (mariana-MG que o diga) Ou pra dar emprego pra uma pequena parcela de geólogos e técnicos?
Vamos acordar Pará somos o maior produtor de minério e não ficamos com um centavo aqui graças a Lei Kandir. Se o minério é do Pará que sirva ao povo do Pará e não a empresas estrangeiras. Ganhar migalhas pra vender o que é nosso nunca foi e nunca será o modelo correto de produção
."

Então vamos aos fatos:
  1. Mineração pra quê? Se o leitor ainda não sabe se não houvesse a mineração provavelmente ele não teria digitado seu comentário no computador, pois todas as peças que fazem o objeto são provenientes de produtos minerais. Para não estender o assunto sugiro que seja apreciado o vídeo explicativo: O Mundo sem mineração.
  2. Para grandes empresas e não deixar nada par região só os buracos? Então saiba o desavisado comentarista que grande parte das produções minerais provem de pequenas empresas e de indivíduos mineradores. No Pará, cerca de 60% da produção de ouro é da garimpagem. E onde estão a maioria dos garimpos não há devastação florestal, pois os impactos são locais. A maior mina em atividade no Pará está inclusa nas proximidades e na Floresta Nacional do Carajás e quem cuida desta é a Vale.
  3. Ou pra dar emprego pra uma pequena parcela de geólogos e técnicos? Saiba que o setor Extrativo Mineral possui 214.070 empregos diretos.(dados de Julho/2015). Segundo dados do Informe Mineral 2º/2014 do DNPM, o setor extrativo mineral gera um efeito multiplicador de 3,6 postos de trabalho sobre a indústria de transformação mineral, ou seja, são 770.652 empregos na cadeia produtiva seguinte. Ao longo de toda cadeia industrial brasileira, o IBRAM apura que este efeito multiplicador ocorre para trás e para frente na cadeia produtiva. Efeito multiplicador de até 13 empregos indiretos ou induzidos; Ou seja, quase 2,7 milhões de trabalhadores envolvidos de alguma forma com a atividade de mineração. (IBRAM) E mais, são os Geólogos que, com a ajuda de  equipes treinadas para tal, sobem e descem morros se ralando e suando no  mato, que estudam, interpretam e encontram jazidas minerais. Juntamente  com os Geólogos, os Engenheiros de Minas são os profissionais que  estudam, interpretam, montam e põem a produzir os referidos depósitos.  Os investimentos são altos.
    Entre pesquisa, estudos de viabilidade  econômica e implantação da mina, são dezenas de milhões de dólares. Isto  implica também em centenas de empregos, que inclui eletricistas,  encanadores, advogados, contadores, motoristas, braçais etc., assim como  sustentam dezenas de laboratórios de análise químicas. (O Portal do Geólogo)
  4. Vamos acordar Pará somos o maior produtor de minério e não ficamos com um centavo aqui graças a Lei Kandir. Outro erro do leitor/comentarista: o maior produtor de minério de ferro é Minas Gerais, com cerca de 67% da produção brasileira;o Pará responde com 29% (IBRAM). E é bom que saiba que as mineradoras são obrigadas a pagar o CFEM (leia mais aqui).
As outras colocações do leitor são graciosas e não merecem resposta como esta: minério do Pará pra servir ao povo do Pará e não a empresas estrangeiras...

Sugiro que seja feita uma leitura completa do significado da mineração. E que o comentarista passe a dispensar os produtos minerais a partir de hoje para ver o que ele poderia fazer...

Instituto Sebastião Tapajós será fundado neste domingo - 16 de abril de 2017



Neste domingo de Páscoa, 16, teremos a cerimônia de fundação do Instituto Sebastião Tapajós. 
O evento acontecerá na Cabana do Tapajós na Vila de Alter do Chão onde será realizada uma explanação sobre o Instituto, leitura do Estatuto e sua aprovação, eleição da Diretoria e eleição do Conselho Fiscal.
O Instituto nasce da iniciativa de amigos do Violonista, que veem a grande importância deste para a arte e a cultura, não só da cidade e nossa região, mas também para o Brasil e o mundo. Entre os objetivos, que não se resume a obra do compositor, está a necessidade de catalogarmos a fim de se divulgar, grandes obras de muitos músicos que possuem destaque local e mundial. A Obra de Sebastião, pela vasta carreira e dimensão mundial, merece toda uma atenção tanto do poder público quanto também de empresas e do público em geral. Consagradamente reconhecido como um dos maiores violonistas de todos os tempos, a obra de Sebastião precisa ser conhecida do público brasileiro. Em outros países como Alemanha, Espanha, Argentina, EUA, Japão e tantos outros, é comum o reconhecimento deste nome.
Assim, o Instituto surge no sentido de se dar nobreza esperando poder atuar à altura do que representa este músico Amazônida para o Brasil e o mundo.
O Instituto atuará na área de eventos, produção, musicoterapia, concertos e shows que podem ser em parcerias locais e internacionais e é o primeiro passo para a criação do Museu da Música na Amazônia, a ser implementado futuramente. Na ocasião, será instalada Assembleia geral para eleger diretoria que será empossada. Todos os amigos interessados podem comparecer e se associar ao Instituto como fundadores.
A cerimônia iniciará às 11 h da manhã e logo após, todos os podem levar seu abraço e carinho e também expressar-se com seu talento e performance musical.
Neste dia, Sebastião estará completando 75 anos de vida bem vivida.
O ato encerra-se às 17 h com os parabéns.
 Com informações via WhatsApp de Jackson Rego.