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21 de maio de 2009

Semana Nacional dos Museus. E o Goeldi lá!

A Semana Nacional dos Museus terá uma programação especial no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), com exposições da história de vários personagens do Goeldi e apresentação dos produtos das oficinas realizadas no Parque Zoobotânico

A mostra será realizada no dia 24 de maio, das 9 às 13 horas, no entorno do Espaço Raízes. O Serviço de Educação e Extensão Cultural – SEC é responsável pela organização.
Fonte: Jornal da Ciência

6 de maio de 2009

Cenários...

Nos dias 22 e 23 de abril, representantes do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) estiveram em Petrópolis (RJ) para a reunião que definiu os últimos ajustes para o início do projeto “Cenários para a Amazônia: Clima, Biodiversidade e Uso da Terra”, ou simplesmente Cenários, iniciativa resultante da parceria entre MPEG, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Laboratório Nacional de Computação Científico (LNCC).

O objetivo do “Cenários” é produzir dados qualitativos para geração de modelos que poderão prever os resultados de impactos ambientais no futuro.

A experiência de três grandes programas de pesquisa do para a Amazônia darão suporte para o intento do “Cenários”: o Projeto de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), a Rede Temática em Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma) e o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio); juntos eles devem ampliar o embasamento técnico-científico e o apoio à tomada de decisões em níveis estaduais e regionais; incrementar e aprimorar as ações de disseminação dos conhecimentos gerados e formar recursos humanos qualificados nas áreas de atuação dos programas.

Fonte: Jornal da Ciência

14 de abril de 2009

Biodiversidade na Província Petrolífera de Urucu

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e a Petrobras lançam, amanhã, dia 14, o livro “Biodiversidade na Província Petrolífera de Urucu”, que compila os resultados dos esforços científicos empreendidos entre os anos de 2004 e 2006 pelo projeto “Dinâmica de Clareiras sob Impacto da Exploração Petrolífera”, coordenado pela Dra Ana Lucia Prudente, curadora da coleção de Herpetologia do Museu Goeldi, e integrado a Rede CTPetro Amazônia.

18 de outubro de 2008

Semana C&T em Belém

O tema da Ciência e Tecnologia (C&T) estará em destaque, em todo o Brasil, entre os dias 20 e 26 de outubro, período em que o Governo Federal promove, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNTC) 2008, que aborda “Evolução e Diversidade”.

Em Belém (PA), o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG), mais antiga instituição de pesquisa da Amazônia, oferece extensa programação, para crianças, jovens e adultos, cujas atividades serão desenvolvidas no Parque Zoobotânico da instituição (PZB), no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia e nas Praças da República e Batista Campos.

No Pará, o ponto alto da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2008 será a I Feira Paraense de Ciência e Tecnologia, que acontecerá no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, no período de 21 a 23 de outubro.


16 de setembro de 2008

Zoológos em Ação

Nos próximos dias 17, 18 e 19 de setembro, acontece, em Belém (PA), o “V Seminário de Pós-Graduação em Zoologia”

O seminário é uma realização do Programa de Pós–Graduação em Zoologia (UFPA/MPGE), a partir do convênio entre a Universidade Federal do Pará com o Museu Paraense Emílio Goeldi.

27 de agosto de 2008

No Goeldi

Nesta quarta-feira, dia 27 de agosto, o Museu Paraense Emílio Goeldi realiza, às 16h, mais uma sessão dos Seminários Interdisciplinares, iniciados ainda no primeiro semestre.

O tema da palestra é "Dinâmica de clareiras sob impacto da exploração petrolífera", que será ministrada pela pesquisadora Ana Prudente, da Coordenação de Zoologia do Goeldi. Aberto ao público, o evento ocorre no auditório Dr. Paulo Cavalcante, no Campus de Pesquisa do Museu, na Avenida Perimetral, 1901.

6 de maio de 2008

Imperdível!

Hoje, a partir das 8:30 horas, no auditório Dr. Paulo Cavalcante, no Campus de Pesquisa do Goeldi, na Avenida Perimetral será realizada a Sessão de Abertura do seminário Desmatamento na Amazônia: um diálogo necessário. Em seguida, tem início o Painel 1, que reunirá a comunidade científica em torno do tema e será coordenado pelo Diretor do Idesp, Peter Mann de Toledo.

Na parte da tarde, das 14 às 18 horas, será realizado o Painel 2, destinado às organizações não-governamentais. Coordenado pelo pesquisador Leandro Ferreira, do Museu Goeldi, o debate contará com a participação dos representantes de David MacGrath (IPAM), Adrian Garda (Conservação Internacional), Roberto Smeraldi (Amigos da Terra - Amazônia Brasileira), Paulo Adario (Greenpeace), Jane Silva (Comissão Pastoral da Terra - Pará) e Carlos Souza (Imazon).

No dia seguinte, quarta-feira, será a vez dos empresários e dos tomadores de decisão dialogarem sobre o desmatamento na região amazônica. O jornalista Lúcio Flávio Pinto será o moderador do Painel 3, que contará com a participação do secretário de Estado de Meio Ambiente do Pará, Valmir Gabriel Ortega; da diretora do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (IDEFLOR), Raimunda Monteiro; do Secretário Adjunto da Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, Salatiel Alves Araújo; do representante do Ministério do Meio Ambiente, André Lima; e representando o setor produtivo, Armando Soares (FAEPA) e Manoel Pereira Dias (AIMEX).

O Seminário conta com o apoio da Rede de Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma) e integra o Ciclo "Idéias & Debates" promovido pelo Museu Goeldi, desde 2002, com o objetivo de democratizar o conhecimento científico produzido sobre a Amazônia.

Fonte: Amazonia

2 de maio de 2008

Desmatamento na Amazônia

O Seminário “Desmatamento na Amazônia: um diálogo necessário. É possível?”, que o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e o Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp) promovem nos dias 6 e 7 de maio vai analisar o avanço do desmatamento na Amazônia a partir de um amplo debate entre os vários atores sociais envolvidos com o tema.

O Seminário pretende aprofundar o conhecimento científico sobre o desmatamento da maior floresta tropical do mundo, a partir do ponto de vista da comunidade científica, das organizações não-governamentais, dos empresários e dos tomadores de decisões. A idéia é realizar um amplo diálogo entre esses atores para sistematizar recomendações aos tomadores de decisões.

Aberto ao público, o evento será realizado no Auditório Dr. Paulo Cavalcante, no campus de Pesquisa do Goeldi, na Avenida Perimetral. O evento começa na terça-feira, dia 6, às 8h30, quando será realizada a Sessão de Abertura. Em seguida, tem início o Painel 1, que reunirá a comunidade científica em torno do tema e será coordenado pelo Diretor do Idesp, Peter Mann de Toledo.

1 de novembro de 2007

Água e Meio Ambiente na Amazônia

O Museu Paraense Emílio Goeldi realiza no período de 11 a 14 de novembro, em Belém (PA), o seminário “Água e Meio Ambiente na Amazônia”, evento que integra as comemorações pelo Ano Internacional do Planeta Terra.
O objetivo é apresentar as contribuições científicas do Museu Goeldi e instituições parceiras sobre a caracterização e uso das águas e dos ambientes da região. Serão apresentadas pesquisas sobre o clima, ciclo das águas, práticas comunitárias de manejo de recursos naturais em áreas inundadas, paleoambientes amazônicos, usos e abusos da água e do meio ambiente, entre outras.
As inscrições para o seminário "Água e Meio Ambiente na Amazônia" são gratuitas e os interessados em participar devem enviar seus dados (nome e instituição a que pertence) para o e-mail mrsousa@museu-goeldi.br .
Mais informações no portal do Museu Goeldi www.museu-goeldi.br ou pelos telefones (91) 3274-0423 e 3217-6159.

15 de julho de 2007

Sobre a 59a. reunião do SBPC...

Uma crônica de João Meirelles Filho sobre a 59a. reunião d SBPC, no blog do Altino Machado.

Chama-se Carta a SBPC:

Hoje fui à SBPC e frustrei-me enormemente.
Em 1983 vim a Belém assistir a 35ª Reunião Anual no belo campus da UFPA à margem do rio Guamá.
Vinte e cinco anos depois, e eu já com outros olhos de morador da cidade, a SBPC, em sua 59ª edição regressa à Feliz Luzitânia.
Esperava ver o porto de Belém congestionado por barcos-caravanas, com professores de Macapá, Manaus e Santarém sendo recebidos por bandas de nossa cidade.
Mas não, o porto de Belém só serve para enviar centenas de milhares de bois vivos, que impregnam a cidade com seu cheiro de candidatos ao abate para a guerra do Líbano e para a Venezuela.
Na exposição, na parte central do Hangar, fileiras intermináveis de stands oficiais – pagos com dinheiro público – recursos estes que seriam certamente melhor empregados para trazer educadores públicos dos municípios cujo IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica é indescritível (abaixo de 3,5).
Quantas pessoas vieram de Soure? Cametá? Curuçá? Inhangapi? Afuá? Garrafão do Norte? Goianésia? Ninguém se lembrou de trazê-los até aqui.
Esperava ver filas de prefeitos beijando a mão de cientistas e pronunciando, com orgulho, os temas das conferências em que participaram, mostrando-me, entusiasmados, suas notas sobre as palestras ouvidas. Mas não, os poucos cabelos brancos que vi nas palestras de eminências como Warwick Kerr reduziam-se aos cientistas seus amigos e a alguns poucos que sabiam do valor de cada palavra deste mestre, especialmente naquela hora de almoço tão difícil de congregar pessoas.
Esperava ministros, governadores, prefeitos puxando comitivas intermináveis de educadores de seus rincões, tais como aquelas correntes que se formam nos carnavais. Mas não os vi! Os poucos políticos que se aventuraram vieram apenas para os holofotes da abertura e uma ou outra vitrine para lançarem seus programas de governo. Para ouvir, sentarem-se à platéia, dialogar com estudantes e professores, não os vi; desacostumaram-se deste exercício.
Onde os professores dos 500 municípios da Amazônia?
Onde os secretários de agricultura? De educação? De Saúde?
Existe algum secretário municipal de ciência e tecnologia na Amazônia? Onde os vereadores de Belém? Os deputados estaduais do Pará e destas muitas amazônias? Onde os deputados federais? Os senadores desta nossa ainda república? Não. Eles não vieram.
Será que eles acreditam que a ciência, a tecnologia, a educação seja a solução para a Amazônia machucada pela motos-serra e a pata do boi?
Será que viriam por iniciativa própria, pagando a inscrição do próprio bolso?
Ou seria o nosso dinheiro que lhes forneceria passagens e diárias para ouvir Ângelo Barbosa, Ennio Candotti, Manuela Carneiro da Cunha, Davi Ianomâmi e Daniel Munduruku entre tantos mestres?
E nossos empresários? Deputados ruralistas? Agrônomos e engenheiros florestais vieram até aqui?
Onde os investidores da madeira, das plantas, da farmacopéia?
Quantos daqueles que afirmam acreditar no futuro da Amazônia?
Quantos vieram ouvir Charles Clement discorrer que somente 1% do PIB do Brasil vem da floresta amazônica, e assim mesmo, muito de forma não sustentável?
Quantos estavam na palestra sobre as plantas do futuro de Samuel Almeida, do Goeldi, e Dr. Homma, da Embrapa?
Espero que a SBPC não demore tanto a regressar a Belém.
Quem sabe bordeje por cá em 2016, quando a mangueirosa completa seus 400 anos.
Vejam o que encontrei na internet: "Museu deverá receber 10 milhões de euros em Belém até 2016". Não, não é a nossa Belém, é a Belém lá dos portugueses, lá da torre de Belém, dinheiro para um museu, para a cultura ...
Será que em 2016 haverá hordas de educadores e políticos reservando antecipadamente sua vaga na SBPC para prestigiar este maravilhoso congraçamento da ciência e da cultura?

João Meirelles Filho é diretor do Instituto Peabiru,

com sede em Belém, autor do "Livro de Ouro da Amazônia".