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26 de fevereiro de 2017

Cuidado: O ICMBio quer criar mais 36 UC's!

Extraído do Código Florestal:
 Com informações do ICMBio e imagem Felipe Werneck/Ascom/Ibama
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), facção do Ministério do ½ Ambiente, realizou um seminário em Brasília sobre criação de novas áreas protegidas. O evento teve como objetivo discutir a criação de 36 unidades de conservação (UC's) federais ao longo do ano de 2017. “Nós temos a grande responsabilidade de cuidar da gestão e implementação das áreas protegidas federais, que somam cerca de 9% do território nacional. A ideia do seminário é avançar”, afirmou Ricardo Soavinski, presidente do ICMBio.

Soavinki destacou a complexidade dos processos relacionados à criação de unidades de conservação, que incluem estudos, audiências públicas e articulações políticas, entre outras questões. “Temos um número grande de UC's, mas ainda há lacunas em alguns biomas, sobretudo no bioma Marinho Costeiro”, pontuou o presidente.

A apresentação das propostas de criação das 36 UC's foi feita pelo diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do ICMBio, Paulo Carneiro, que destacou alguns processos já em fase adiantada, como o do Parque Nacional do Boqueirão da Onça (BA), Parque Nacional dos Campos Ferruginosos de Carajás (PA), a Reserva Extrativista (Resex) Baixo Rio Branco-Jauaperi (RR/AM) e o Refúgio de Vida Silvestre (RVS) do Peixe Boi (PI/CE).

Segundo o secretário de Biodiversidade e Florestas, José Pedro de Oliveira, os últimos anos foram tímidos no que diz respeito à criação de unidades de conservação. “Precisamos unir esforços em prol dessa retomada”, argumentou.


Nota do Código Florestal: Não tenho notícias desses ecólatras do M½A fazendo seminário para debater a regularização fundiária das UC's já criadas. O ICMBio é uma fábrica de parques de papel. Os ecólatras criam os parques e não implementam. Usam o número de UC's criadas e os hectares para mostrar um serviço que, no fundo, é um desserviço.

11 de maio de 2009

Do Salada Verde


Começou o prazo para que servidores do Instituto Chico Mendes (ICMBio) entreguem todos os materiais de trabalho com a logo do Ibama. A medida era esperada, já que o ICMBio tem mais de dois anos.
O único problema é que não há data para que carimbos, uniformes, formulários de notificação, autos de infração e demais documentos sejam substituídos. Na prática, os servidores do ICMBio podem ter problemas até para fiscalizar as unidades de conservação do país. Segundo sua assessoria de imprensa, a portaria que regulamenta a fiscalização no ICMBio e também como serão os novos documentos está sendo finalizada por seus diretores e, ainda esta semana, o documento deve ser publicado no Diário Oficial da União. A partir daí, os materiais poderão ser confeccionados. Isto é, haverá uma lacuna entre a entrega de itens com logo do Ibama e chegada dos novos itens, contando com a demora para que cheguem a todas as unidades de conservação do país.
Fica a dúvida de como a proteção às unidades do país será garantida e como ações amplamente divulgadas pelo governo, como a remoção de ocupantes ilegais da Floresta Nacional do Bom Futuro (RO), serão realizadas. Até agora, não se sabe se haverá procedimentos alternativos de fiscalização em áreas prioritárias, com é o caso da unidade de Rondônia.