Geologia e Ambiental

7 de junho de 2014

E o vice do Hélder? Vai trazer problemas ou soluções?

Após ter se colocado à disposição de qualquer composição que vai concorrer ao governo do estado para ser um VICE o deputado federal Lira Maia - DEM foi aceito na chapa do PMDB.
Já havíamos nos manifestado, via Facebook sobre a possibilidade:
"Fiquei matutando hoje: se for verdade que o Lira Maia vai ser o candidato a vice na chapa do Helder Barbalho como será a campanha em Santarém?
Alexandre Von é do PSDB, mas seu mentor vai ser da chapa adversária.
E agora?
Vamos pedir ajuda aos "universitários"...
"
 Agora tem uma mistureba incrível nesta chapa: PMDB + DEM + PT, só pra citar os principais "ingredientes".
A pergunta seria: Vai dar certo?
O cientista político Edir Veiga diz em seu Bilhetim que "Lira Maia vem sofrendo o mesmo efeito “divisão do Pará”  na região metropolitana de Belém semelhante ao que Jatene  vem sentindo nas regiões oeste, sul e sudeste do Pará. Ou seja, a mesma rejeição que Jatene ostenta nestas regiões, Lira Maia, como um dos baluarte da luta pela criação do estado de Tapajós, vem sentindo  perante o povo da região metropolitana, muito especialmente dentre o eleitorado de Belém."
Mas o Pedro Peloso, petista histórico, afirma que "Sem dúvidas que a aliança não é a a realidade dos sonhos dos petistas em geral, porém, é sim a condição política que temos hoje para derrotar o governo do Já Teve ou o governo do Não, como ficou conhecido o atual governador do Pará por nós daqui, do futuro Estado do Tapajós. O PT discutiu exaustivamente esta questão e deliberou por construir junto com o PMDB, essa aliança. Portanto, ela é de verdade, é tão de fato quanto ela é a nível nacional. Quanto a possibilidade (real) de Lira Maia vir a ser o Vice na Chapa de Helder Barbalho, penso que deve ser encarada como mais um passo concreto para garantir a vitória almejada. Não estamos filiando o deputado Lira Maia no PT e nem estamos nos filiando ao DEM ou mesmo ao PMDB. Estamos apenas articulando uma aliança eleitoral para vencer as eleições e governar o Pará, a partir de um outro modelo de gestão, diferenciado do atual que nada fez para o Estado, idem para nós do Tapajós. Os três partidos têm suas histórias, suas ideologias e suas propostas e vão continuar as suas trajetórias específicas depois das eleições."

Entenda-se que o PT vai usar a aliança com todos e com tudo é para tentar desmontar o governo inimigo. Ou não?
E o DEM, com o cargo de vice, vai ter quais poderosas secretarias à sua disposição?

E, finalmente, nós, meros eleitores (no entender deles) que podemos decidir estas e todas as eleições seremos levados de roldão na maré oportunista de um ou de outro?
 
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