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1 de junho de 2009

Semana do Meio Ambiente em Itaituba

A SEMMA local está promovendo a Semana de Meio Ambiente em Itaituba.
Resolveu homenagear o falecido Elias Leão.
Mas não "mata um leão" pra melhorar em nada a prática ambiental na cidade.

16 de abril de 2009

Hidroalfabetização

Do site Portal do Meio Ambiente, um artigo que vem mostrar a "deseducação" que sempre recebemos em relação aos rios. Principalmente, os amazônicos que servem de lixeira a todos os munícipes que neles transitam:


Por Maurício Andrés Ribeiro*

Uma mãe instrui a criança: “Meu filho, não jogue o lixo no quintal, porque aí não é o rio”. Em pleno século XXI, os rios ainda são usados para afastar o lixo e o esgoto e as cidades voltam as costas para eles.

Os cidadãos urbanos vivenciam fragmentos limitados do ciclo da água. Desconhecem o caminho que ela percorre até chegar à torneira e ignora para onde ela vai quando desaparece no ralo. Nas enchentes, eventos críticos cada vez mais freqüentes, os cidadãos urbanos têm um contato dramático com as águas, que causam prejuízos econômicos e mortes.

Eles não conhecem o ciclo da água que se condensa nas nuvens, precipita, escorre superficialmente ou infiltra no solo. Água que também circula dentro dos corpos dos animais e seres humanos, bem como dos vegetais que a devolvem à atmosfera na evapotranspiração. Não têm consciência das relações entre o ciclo do carbono e o ciclo da água e o fato de que, ao interferir no ciclo do carbono e aumentar a emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera, o ser humano provoca uma resposta no ciclo da água, sensível a variações de temperatura. Diferentemente de povos indígenas ou agricultores ou pescadores, que têm uma noção mais integral desse ciclo, por depender dele para sua sobrevivência, o cidadão urbano tornou-se hidroalienado.

A hidroalienação é a falta de consciência sobre como funciona o ciclo da água e a falta de conhecimento sobre como ele é alterado pela ação humana.

A relação com a água precisa tornar-se amigável. As cidades precisam voltar-se de frente para os rios e para a água.

Os cidadãos precisam ser hidroalfabetizados. Alfabetizar é dar instrução básica e ensinar a ler e escrever. É condicionar a consciência a descobrir significados em letras, sílabas, palavras, frases, o que permite explorar o mundo da cultura e das idéias. Fritjof Capra criou na Califórnia um Centro para a Alfabetização Ecológica, ou seja, para entender como os ecossistemas sustentam a rede da vida, entender os princípios da ecologia, integrar conceitos por meio do pensamento ecológico, aprender no mundo real, criar comunidades de aprendizado, integrar a cultura da escola e o currículo. A partir daí podem-se conceber e implantar comunidades humanas sustentáveis.

Para desenvolver uma relação harmônica do cidadão com a água um primeiro passo é hidroalfabetizá-lo, dar-lhe o bê-á-bá da água. Hidroalfabetizar é promover a aprendizagem sobre a água, sua importância para a vida e como relacionar-se com ela de forma amigável; é proporcionar as noções básicas sobre o ciclo da água e sobre como a atividade humana o altera, no âmbito local ou global.

Progressivamente pode-se promover a consciência hídrica, as noções sobre o ciclo da água, a presença da água no ambiente, nos corpos vivos, as manifestações culturais que a envolvem, a história do seu uso.

A hidroalfabetização para a gestão da água inclui conhecer processos participativos e instrumentos de ação, bem como o que é feito para conservá-la e dar-lhe uso sustentável. Na educação a partir do bolso, pode-se incentivar, inclusive com estímulos econômicos que ele se interesse pela produção da água. Por meio da cobrança pelo uso da água pode-se induzir a redução dos desperdícios. É relevante conhecer os instrumentos de ação disponíveis na política ambiental e na política das águas – o licenciamento ambiental, os planos de recursos hídricos, o enquadramento de corpos d’água, a outorga, os sistemas de informação e saber como utilizá-los com perícia, de forma articulada e integrada.

A hidroalfabetização é um passo para tornar o cidadão hidroconsciente e para que suas atitudes para com a água sejam de respeito e de cuidado.Também as empresas, organizações e os vários setores do governo precisam ser hidratados e tornar-se hidroconscientes. A hidroconsciência é a compreensão de como a água está presente no universo e no planeta, como funciona o ciclo da água, a importância das bacias hidrográficas, os impactos negativos ou positivos que as atividades humanas provocam sobre ela. É um requisito para desenvolver atitudes amigáveis no relacionamento com a água.


(*) Autor de Ecologizar, de Tesouros da Índia e de Ecologizando a cidade e o planeta -
WWW.ecologizar.com.br / mandrib@uol.com.br

11 de fevereiro de 2009

Meu INCÔMODO AMBIENTAL

Há dias que tento preparar um desabafo ambiental.
Estava, na verdade, procurando um "mote" para tal.
Acabei encontrando dentro de minha vida.
Dia desses saí pra jantar com uma companhia e, ao passar em frente ao posto de combustível do qual me denominaram "gerente ambiental" (mas sem receber nada por isso) deparei com uma cena inusitada.

Flashback: no domingo anterior preparamos, juntamente com o Corpo de Bombeiros local, um treinamento de combate a incêndios e primeiros socorros aos funcionários, com aulas teóricas e práticas sobre o assunto. Todos participaram.

Continuando o papo. No posto, bem em frente às bombas e tanques, um cidadão, tranquilamente fumava seu cigarrinho e batia um papo legal com o "bombeiro", que mais havia pegado no fogo. Olhei pra ele e fiz um sinal clássico com as mãos: "E agora"? Ele havia esquecidos das instruções anteriores! O rapaz, ao ser advertido, rapidamente apagou o cigarro e ficou encabulado.

O caso, apesar de gravíssimo, por colocar em risco a vida deles e o empreendimento reflete como anda nossa preocupação com o que acontece diariamente.

Ninguém se preocupa com o que está ao nosso redor. E, se tentamos nos incomodar (aqueles que valorizam a sua vida e a de seus pares) as pessoas ao redor nos olham com desdém e achando que somos "big-brother" da vida.

Bem diz o Chato neste post "Há muito mais entre o filosofar e o agir, do que ousamos sonhar!" Descobrimos, aos poucos, que é mais fácil ser uma sombra na multidão do que mostrar a cara e tentar mudar a posição "não tô nem aí" dos nossos. Ser diferente se incomodando!

Mas como fazer isso? Como mudar a forma de agir das pessoas que sentem vergonha em mudar?
O final do post do Chato nos chama atenção para isso:
Há muito mais entre o filosofar e o agir: existem as crenças e valores que adotamos. Devemos oferecer um caminho prático para que as pessoas primeiro acreditem que mudar é possível e que a mudança não lhes causará prejuízo (as pessoas não mudam pensando nas vantagens que poderão obter e, sim, nos prejuízos que poderão evitar); segundo, que queiram mudar, por verem que uma nova crença - esta sim, baseada em uma "ética do cuidado, da compaixão, da cooperação e da responsabilidade universal" é boa para todos; terceiro, que seja um exercício (agir) que se adpte facilmente a vida das pessoas e não algo radical como muito das propostas que andam por aí. Precisamos contruir esse caminho prático, que nos fará sair do filosofar e passar para o agir. O mundo está sendo destruído pelos que fazem e não pelos que pensam.
Radicalmente contra? Nem pensar!
Sempre a favor? Negativo!
Há de se encontrar o ponto de equilíbrio entre o agir sem vontade e o filosofar sem pensar. E a educação ambiental diuturna é o caminho mais indicado.

29 de janeiro de 2009

COP 15... O que?

Quem já ouviu falar em COP?
Pelo menos por estas bandas, pouca gente sabe o significado da sigla.
Pior ainda é saber que já ocorreram 14 edições delas.
Bom, pra não alongar o assunto é melhor ir lá no Faça sua Parte ou em O Chato e ler sobre essa tal de COP 15.
Uma palhinha:

Pois é,
Entre os dias 7 e 18 de dezembro deste ano ocorre a
15ª Conferência das Partes (COP15), da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, na capital do Reino da Dinamarca, Copenhague. Tri-legal, D. Afonso, que bom saber disso. Afinal, eu sequer sabia que já ocorreram outras 14 dessas tais convenções. Mentira, né? Uma pelo menos todos conhecem: a COP3. Tá, talvez conheçam mais pelo resultado dela, o tal famoso Protocolo de Quioto, ou Kyoto como é mais conhecido. Aliás, diga-se de passagem, o filho se tornou mais conhecido que a mãe (a Convenção) e que a avó (a RIO92). Da bisavó (ESTOCOLMO, 1972) sequer há que falar, de tão esquecida que anda... Dizem que quem sai aos seus não degenera. Não é o caso. Bem que o menino tentou crescer e vingar. Até contou com a ajuda de um monte de tios e amiguinhos, mas não houve jeito. Está fadado à morte por inação dos seus grandes irmãos. Ou, melhor dizendo, por asfixia causada pelos grandes.
Então, gostou do início? Então vá ao fundo aqui.

29 de maio de 2008

Crianças a serviço da causa ambiental

Por Denise Rangel

Aproveitando o gancho que a Luz deixou no post anterior, minha aposta também é nas crianças, e adolescente também, porque estão na fase de ir contra o sistema. Então, quando realizamos ações que visem a conscientizá-los da importância de cuidar da natureza, a probabilidade de resultados é infinitamente mais eficiente do que se tentarmos educar os adultos (certo, Afonso?).

A conscientização sobre a necessidade de conservação e defesa do meio ambiente para presentes e futuras gerações é prevista na Lei 9.795/99, inciso VI do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal de 1988que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental: "promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente".

É possível, de forma criativa, mudar o comportamento dos pequenos estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável. Projetos que explorem fatos do cotidiano dos aluno e que possam ser desenvolvidos contínua e profundamente ao longo do ano letivo, são eficientes porque permitem que o aluno perceba como ele pode interferir crítica e responsavelmente sobre sua realidade ambiental. A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.

As imagens ao lado mostram a realização de um projeto de conscientização sobre a responsabilidade de combate à dengue. Crianças, bem pequenas, participaram da confecção de cartazes e de máscaras dos "mosquitinhos' da dengue, usando material reciclado. Foram em todas as salas de aula do colégio e deram seu recado para os colegas. Certamente seus pais estarão cientes de que fazer a coisa certa depende deles, pois as crianças são bem pequenas e não têm o poder de decidir sobre a organização da casa e da familia. Mas o recado está dado, não acham?

Certamente não vamos, sozinhos, resolver os problemas do nosso planeta, mas podemos contribuir para que as próximas gerações, as dos nossos filhos e netos, encontrem uma Terra melhor. Nos próximos 50 anos, muitos de nós terão descendentes próximos ainda vivos, pois muitas das pessoas que nasceram hoje, ainda estarão vivas. Portanto, que cada um faça a sua parte e da melhor forma possível. Pelos nossos filhos e pelos filhos de nossos filhos.
Imagens: Alunos do Ensino Fundamental -Colégio SEPLER - RJ
Referências: Educação Ambiental Urbana - uma alternatiava de ensino nos grandes centros urbanos
Ambiente Brasil - Educação Ambiental

28 de maio de 2008

Debates do Faça - Educação Ambiental: a quem educar? O paradigmático caso das sacolas plásticas



Texto de D. Afonso XX, O Chato.


Engana-se quem pensa que estamos longe da Idade Média.

Faço uma conta simples, baseada numa observação de dois meses: 90% do meu lixo é não-orgânico. Isso mesmo, de cada dez sacolas plásticas jogadas no lixo, apenas um contém lixo orgânico.

Faço outra contra simples: a cada dois dias (período do caminhão do lixo) entrego de três a quatro sacolas contendo lixo não-orgânico e uma, não totalmente cheia, de lixo orgânico. Traduzindo em termos mensais, coloco na natureza algo em torno de 60 sacolas plásticas (leve-se em consideração que são utilizadas duas sacolas, de cada vez, para acondicionamento do lixo orgânico, pois as sacolas ou estão furadas ou não suportam o peso).

Faço mais outra conta simples: o mesmo conteúdo de lixo pode ser acondicionado, a cada dois dias, em um saco de 30 litros, para o não-orgânico, e em um de 15 litros, para o orgânico. Meu despejo mensal de plástico na natureza reduz-se, então, para exatamente a metade, com a vantagem que os sacos são biodegradáveis (conforme anuncia a marca que compro). Ora, um pacote de sacos de 30 litros custa algo em torno de R$15,00 e o de 15 litros, R$ 12,00. Cada pacote contém 20 unidades. Simples. Os sacos custam R $0,75 e R$ 0,60. Logo, meu gasto mensal, com sacos plásticos, é de R$ 24,00.

A última conta, essa não tão simples: sou um tipo "classe média"; família de consumo médio; trabalho e almoço fora todos os dias da semana. Tomo um refrigerante no almoço. Todos os dias. A R$ 2,00 cada um. Fizeram as contas? Pois é, R$ 44,00 por mês só de refrigerante.

E alguém aí ainda tem coragem de dizer que sacos de plástico são caros e que por isso vai continuar usando as sacolas de supermercado?

Quem tem coragem, cara pálida? Quem não se importa em pagar mais caro para carregar o nome de um qualquer, na roupa, na boca, ou na bolsa, só porque é "moda"?

Quem vive de superficialidades e depois se esconde atrás do "preço" de um saco de plástico? Tenham ao menos vergonha na cara de assumir e de dizer: não faço porque estou me lixando pro resto do mundo. Mas não venham dizer que vinte e quatro reais são a causa da hipocrisia.

A quem devemos educar?

Uma pequena história real para ilustrar:

Local: escola da minha filha. Uma creche, como se dizia antigamente.

Protagonistas: auxiliar de cozinha, recentemente contratada, e uma mãe, profissional liberal.

Mote 1: a escola adotou um programa de educação ambiental que inclui a participação ativa dos funcionários.

Mote 2: a escola desenvolveu um projeto de criar sacolas ecológicas a partir de jeans doados pelos pais, com motivos desenvolvidos pelas crianças.

Cena 1: Diretora conversa com a mãe.

Diretora: Fulana, não vais trazer uns jeans para fazer as tuas sacolas?
Mãe: Nem me vem com essa história de sacolas de pano. Uso há muito tempo as do super e me servem muito bem. Além do mais, como vou fazer com o lixo? Elas são de graça e os sacos custam caro. [e termina a conversa com uma frase lapidar] Essa história de aquecimento, de cuidar do meio ambiente é tudo bobagem [repito: a história é verdadeira e trata-se de uma pessoa de "nível superior"].

A quem devemos educar?

Cena 2: Diretora conversa com a auxiliar de cozinha.

Diretora: Fulana, aqui na escola temos um programa de educação ambiental, no qual todos os funcionários participam. Queria saber o que pensas sobre os problemas do meio ambiente...
Auxiliar: Olha, Dona ..., eu não sei muita coisa. Escuto muito o pessoal falar disso por aqui, umas coisas meio complicadas, mas o que eu acho é que é tudo a mesma coisa, gente, bichos, plantas e que se a gente não cuidar, vai fazer mal pra gente também...

A quem devemos educar?

As crianças, felizmente - e a par de algumas terem mães como essa "de nível superior" - estão sendo formadas pelas escolas numa nova visão de mundo. Mesmo com todas as dificuldades que as escolas enfrentam, no que diz respeito a pedagogia da educação ambiental (e em muitos casos o próprio desconhecimento de como fazer educação ambiental) elas estão fazendo a sua parte. Ou procurando fazer.

O problema está na educação dos adultos. No caso da auxiliar, apenas de uma educação formal, conceitual, que traga para ela um pouco mais de explicações para algo que nela é natural.

No caso da mãe? Deu vontade de dizer "desisto!", quando a diretora me pediu para conversar com ela. Fiquei pensando: a quem devemos educar? E lembrei-me da parábola so semeador:

"Eis que o semeador saiu para semear. E ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho e as aves vieram e a comeram. Outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra. Logo brotou, porque a terra era pouco profunda. Mas, ao surgir o sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou. Outra ainda caiu entre os espinhos. Os espinhos cresceram e a abafaram. Outra parte, finalmente, caiu em terra boa e produziu fruto, um cem, outra sessenta e outra trinta." (O resto todos conhecem...)

A quem devemos educar?

12 de maio de 2008

Debates Ambientais no Faça Sua Parte

Não dá para ficar parado. Você vai ficar?

Enquanto nós ficamos parados, outros planejam, sorrateiramente como sempre fazem, mais uma onda de destruição das nossas florestas. Está em votação o Projeto de Lei 6424/2005, de autoria do Deputado Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que autoriza um dos maiores crimes ambientais a ser cometido na história do Brasil.

Você vai ficar parado?

Enquanto nós ficamos parados, outros colocam no mercado produtos contendo transgênicos sem aviso no rótulo, em total desacordo com as leis. Ferem mortalmente nosso direito a um consumo consciente.

Você vai ficar parado?

Enquanto nós ficamos parados, outros tantos sequer aceitam que o aquecimento global é uma realidade. Alegam que os estudos não são conclusivos, que "não é bem assim", e seguem, em prol do crescimento das suas economias, produzindo GEE. Afinal, o que vale é o "aqui e agora". O futuro que se dane!

Você vai ficar parado?

Quer mais exemplos? Crescimento populacional descontrolado? Roubo da nossa flora e fauna? Há uma lista interminável de exemplos...

Nós, do Faça a sua parte, não ficaremos parados. E queremos que você se mexa. Que mexa os dedos e participe da 1º edição da série "Debates Ambientais do Faça a sua parte". Todo ano, no período de 22 de maio a 14 de junho, o Faça a sua parte promoverá debates sobre as questões do meio ambiente. E, no dia 5 de junho, acontece a blogagem coletiva para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Uma blogagem coletiva inédita. Serão duas semanas para preparar, com debates, a blogagem coletiva para comemorar o Dia do Meio Ambiente. Participe com seus comentários ou posts em seu blog sobre algum dos temas propostos. Debata, converse, troque idéias. Participe. Mas lembre-se: no dia 5 de junho não deixe de participar da blogagem coletiva do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Mas não pára por aí. Do dia 6 até o dia 14 continuaremos debatendo, agora com as diversas contribuições realizadas no dia 5.

Veja a programação para 2008:

MAIO

22 e 23: Biodiversidade: sem flora e sem fauna?
24 e 25: Cerrados: bioma ou necroma?
26 e 27: Florestas, até quando haverá uma?
28 e 29: Educação Ambiental: a quem educar?
30 e 31: Aquecimento Global: mito ou realidade?

JUNHO

01 e 02: De quem é a culpa: do Legislativo, do Executivo, ou nossa?
03 e 04: Meio Ambiente Humano: somos parte da natureza?
05 e 06: Blogagem coletiva sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente
07 e 08: Mar: Origem da vida?
09 a 12: Tecnologia e Meio Ambiente: há futuro na ciência?
13 e 14: Consumo sustentável: o que e como fazer?


Participe conosco. Traga suas idéias e conhecimentos. Faça a sua parte ou...

Você vai ficar parado???

26 de novembro de 2007

PANFLETAGEM...

Nesta viagem de recreio (rs...) a Goiania observei umas atitudes corajosas e curiosas da Agencia Ambiental local.
  1. Proibição de panfletagem nos sinais de trânsito. Resultado: reduziu em 90% a sujeira nas ruas e avenidas da cidade + diminuição de pedintes nos semáforos + ausência de vendedores ambulantes e de artistas circenses. É pouco?
  2. Presença dos guardas de trânsito. Resultado: diminuição dos acidentes de trânsito + orientação a motoristas "perdidos" + diminuição dos buzinaços + melhor qualidade de vida. É pouco?

Bem que os gestores municipais desta bagunçada capital do Pará poderiam ir buscar estes exemplos por lá. E é tão pertinho da "casa" do prefeito (Brasília), né?