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1 de maio de 2008

Cercando...

O IBAMA está apertando o cerco às explorações florestais de forma correta?
Ainda não podemos dizer se o remédio vai curar a dor de cabeça sem matar o paciente, mas o cerco feito à construção civil em Belém está dando certo.
O Ibama e o Sindicato das Indústrias da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA) estiveram reunidos na sede do órgão, em Belém, para propor um termo de ajustamento de conduta. Com o termo, as empresas ligadas ao sindicato visam a regularização de suas construções no Estado.

17 de abril de 2008

Choro...

A governadora do Pará quer que um montão de governos (federal, estaduais e países) divida a conta pelo combate ao desmatamento no estado.
É melhor desistir dessa idéia ou devolver para o IBAMA a análise, fiscalização e demais ações refentes ao manejo e exploração florestal.

1 de abril de 2008

Incentivos para Madeireiros

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável se reúne nesta quarta-feira (2) e pode analisar, entre outras propostas, o Projeto de Lei 2316/07, do deputado Carlito Merss (PT-SC), que cria uma política de incentivo à indústria de transformação da madeira.
O projeto estabelece que a exploração de florestas privilegiará o processamento local da matéria-prima. Para isso, União, estados e municípios deverão promover políticas de incentivo ao processo de industrialização dos produtos e subprodutos locais, fomentando a instalação de indústrias, incorporação de novos métodos de gestão empresarial e adoção de tecnologias competitivas.
O relator, deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), recomenda a aprovação da proposta na forma de substitutivo que tem o objetivo de garantir a proteção da exploração florestal agroextrativista de pequenos produtores rurais.

Fonte: 24horas

25 de março de 2008

Quem Lucra?

Ainda sobre aquela reuniaõ do Comitê de Acompanhamento na SEMA/Pará, uma fala do deputado federal e agro-necociante Giovanni Queiroz reproduziu o desejo dos que sofriam a falta de estrutura do órgão na fiscalização e liberação de Planos de Manejos.
Ele disse, na ocasião, com a concordância do secretário Ortega que havia "sofrido" por 14 meses para a liberação de seu plano de exploração e que havia perdido cerca de US$100.000 dólares por não ter podido abater as árvores e enviá-las para o exterior. Na ocasião havia perguntado ao secretário: "Quem vai pagar meu prejuízo?"
A pergunta continua sem resposta para muitos, pois a SEMA anuncia um concurso para 300 servidores, quando necessita de 2.000 para fazere cumprir a legislação ambiental no estado. O problema seria a Lei de Responsabilidade, que não permite gastos com pessoal acima de determinado percentual.
Então, como resolveremos nosso Licenciamento?

26 de janeiro de 2008

Canoa Furada

O plano do governo federal para que a devastação florestal fosse minimizada está indo por águas abaixo.
Sem pessoal qualificado para monitoramento virtual e físico, o plano governamental é um embuste.
Os agricultores, madeireiros e pequenos lavradores estão se lixando para estas ações que serão implementadas: embargo de propriedades onde houve desmatamento; controle de agropecuária; criação de unidades de conservação; bloqueio de financiamentos para aqueles que tiverem atividades que geram a derrubada de árvores e a exigência de recadastramento de propriedades localizadas nas regiões desmatadas.
Pior é que o governo não aprende a lidar com esta ação predatória, apesar de anualmente acontecer um aumento desenfreado do desmatamento e ser, sempre, uma repetição do ano anterior.

19 de novembro de 2007

Concessão Florestal

Três anos após o governo federal apresentar publicamente suas primeiras propostas sobre o tema _ e quase dois anos após a aprovação da Lei de Gestão de Florestas pelo Congresso Nacional _ começou a sair do papel esta semana o esperado plano de concessão à iniciativa privada do direito de explorar de forma sustentável as florestas públicas brasileiras.
O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) lançou na quarta-feira (14) o edital da licitação para concessões de exploração sustentável da Floresta Nacional (Flona) do Jamari, em Rondônia.
Quer ler mais clique aqui.

Esta é uma situação que preocupa, sobremaneira, os ambientalistas em geral. Deverá ser implantado uma forma de coibir a desobediência ambiental dos concessionários.