12 de outubro de 2010

Histórias

Uma vez, criança ainda em Santarém, quando não existia a orla da cidade (faz tempo, hein?) eu e o Baeco saímos pra pescar. De manhã.
Fomos ao ancoradouro das catraias e ficamos jogando a linha no rio por longo tempo...
Sem perceber a preocupação que causamos em nossos pais, tranquilamente continuamos a nossa diversão nas margens do rio Tapajós.
De repente era final da tarde e resolvemos voltar pra casa. Aí caiu a ficha: "E agora? O que vamos dizer?"
Sem pensar em mais nada, o jeito foi voltar e encarar o cinturão de couro do velho e uns puxões de orelha da dona Edith, além de uma semana só indo e vindo pra escola sem direito ao futebol vespertino.
Eu nunca perguntei o que aconteceu ao Baeco neste dia, mas não deve ter sido fácil se livrar de umas "lambadas" também.
Tempo bom...
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