2 de setembro de 2010

Uma Avaliação Profissional da Pesquisa

A postagem Pronto! Das páginas dos jornais deixou muita gente com os cabelos em pé.
A turma da situação (Acelera Pará) chiou mais que porco amarrado. Os amarelos do Jatene soltaram foguetes de euforia generalizada. Os verdes de Juvenil não ficaram nada satisfeitos com o índice imposto.
Então, como não foi bom pra uns nem ficou aceitável para outros, nada melhor que "ouvir" a opinião abalizada de quem tramita com facilidade neste assunto: Doxa Pesquisa.

Uma palhinha do assunto:
IBOPE já fez e faz história no Pará (não louvável). Vamos contar essas histórias em outro momento. Hoje, detemo-nos na pesquisa impugnada-liberada-divulgada. Primeiramente vamos olhar a amostragem: 812 entrevistas que daria uma margem de erro de 3%. Pelos cálculos estatísticos essa amostragem daria 3,5% de margem de erro. Para se conseguir os 3% que ele registrou, IBOPE teria que entrevistar 1200 pessoas no Estado. Outro fator: margem de erro acima de 3% é dar margem e gordura para mexidas. Hoje, os institutos aprimoraram suas coletas e metodologias e trabalham com margem de erro entre 2% e 2,5%. Por que IBOPE insiste em colocar acima de 3%?
 que pode ser lido na íntegra bem aqui.
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