Faleceu ainda há pouco, em Santarém, o Bráulio.
Morava com meu irmão, Edibal, após os falecimentos do Zé Fernando e da Perpétua.
O querido Bráulio já era quase ou mais que centenário (ele mesmo não sabia sobre a data de seu nascimento).
Conheci o folclórico vendedor de refresco de abacaxi, maracujá e mangarataia no velho estádio Elinaldo Barbosa, quando era levado pelas mãos de meu velho pai para assistir as partidas do Pantera Negra.
Que Deus o tenha em seus braços.
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