- Depois de terem provocado alterações no funcionamento do o aeroporto de Heathrow e da termoelétrica de Kingsnorth, no Reino Unido, o movimento Climate Camp prepara-se para incomodar a principal bolsa de créditos de carbono da Europa. O movimento pensa que os esquemas de compensações como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo estão a ter um grande impacto negativo nas comunidades do hemisfério sul, uma vez que se constroem incineradores em áreas residenciais e se expulsam comunidades por causa de barragens. A solução está em abandonar os combustíeis fósseis e investir em energias alternativas.
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18 de fevereiro de 2009
Incomodando
Do Ondas3:
26 de setembro de 2008
Energia no Tapajós
Um estudo desenvolvido pela empresa CNEC poderá aumentar a capacidade de geração de energia elétrica no país.
A base deste estudo foi feita na região do Tapajós, área cercada por reservas florestais (parques e APA's), além de terras indígenas.
Segundo o presidente da CNEC, a idéia é "fazer o projeto com base em plataformas, como as petrolíferas, sem necessidade de que as pessoas morem no entorno das usinas, evitando assim o impacto ambiental da ocupação. Das cinco usinas previstas no projeto, a maior delas é a de São Luiz de Tapajós, com capacidade de gerar pouco mais de 6,3 mil MW e que vai exigir investimentos de R$ 18 bilhões".
Conhecedor da área acho que a idéia vai dar com os "burros n'água". É inviável este idéia para esta região, mesmo que não se prepare reservatórios para evitar o impacto ocupacional da área. Em São Luiz do Tapajós, onde há esta possibilidade e onde estudos jás estão sendo feitos há uma década, existe uma comunidade mais que centenária morando nas redondezas.
A base deste estudo foi feita na região do Tapajós, área cercada por reservas florestais (parques e APA's), além de terras indígenas.
Segundo o presidente da CNEC, a idéia é "fazer o projeto com base em plataformas, como as petrolíferas, sem necessidade de que as pessoas morem no entorno das usinas, evitando assim o impacto ambiental da ocupação. Das cinco usinas previstas no projeto, a maior delas é a de São Luiz de Tapajós, com capacidade de gerar pouco mais de 6,3 mil MW e que vai exigir investimentos de R$ 18 bilhões".
Conhecedor da área acho que a idéia vai dar com os "burros n'água". É inviável este idéia para esta região, mesmo que não se prepare reservatórios para evitar o impacto ocupacional da área. Em São Luiz do Tapajós, onde há esta possibilidade e onde estudos jás estão sendo feitos há uma década, existe uma comunidade mais que centenária morando nas redondezas.
14 de janeiro de 2008
Energia na Amazônia
"Energia na Amazônia: uma necessidade humana e um desafio ambiental" será o tema do seminário deste mês, promovido pela Secretaria de Estado de Governo (Segov) e Coordenadoria de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (Cids), no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, dias 15 e 16 de janeiro de 2008, de 8 às 18 horas.
Mais informações: Rafael Miléo (CIDS) - 3201-3683 / 8111-2841
Mais informações: Rafael Miléo (CIDS) - 3201-3683 / 8111-2841
2 de novembro de 2007
Deus nos Acuda!
O Estado de São Paulo será o primeiro do país a fazer um levantamento da capacidade de produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar, que hoje é pouco aproveitado pelas usinas produtoras de etanol. Esse é o objetivo de um convênio assinado na segunda-feira entre o Governo do Estado e a Empresa de Pesquisa.
Vai que este levantamento chega aqui na Amazônia e estaremos nas mãos de...Lulalá.
Deus salve nossos ossos!
12 de maio de 2007
Por lá é assim!
Uma empresa que possui duas usinas de produção de energia a carvão no estado de Nova York se comprometeu com o governo local a instalar equipamentos de controle de poluição no valor de 100 milhões de dólares. Isso, há quatro anos. Não cumpriram o prometido.
E, nesta quinta-feira, o estado anunciou o fechamento das usinas. Uma está paralisada desde segunda-feira e a outra pára de funcionar daqui a um ano. A notícia é do jornal The New York Times.
E, nesta quinta-feira, o estado anunciou o fechamento das usinas. Uma está paralisada desde segunda-feira e a outra pára de funcionar daqui a um ano. A notícia é do jornal The New York Times.
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