Geologia e Ambiental

11 de janeiro de 2014

Estamos inscritos nesta leva ou deixa pra depois?

Quase 600 municípios da Amazônia Legal brasileira já estão formalmente inscritos no Selo UNICEF Município Aprovado 2013-2016, uma certificação internacional do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) que reconhece o esforço dos municípios que mais avançam em termos de políticas públicas pelos direitos de crianças e adolescentes.
Ao aderir ao Selo, os gestores assumem o compromisso de desenvolver um conjunto de ações estratégicas de políticas públicas e de participação social para a promoção dos direitos de meninos e meninas.
O índice geral de de adesões na região é de 74%, chegando a 80% no Pará, 91% no Acre, 94% no Amapá, 85% no Amazonas, 78% no Tocantins, 83% em Rondônia e 100% em Roraima. Mato Grosso e Maranhão, que eram os Estados com os percentuais mais baixos de adesão, também avançaram, chegando, respectivamente, a 64% e 63%.
Como alguns municípios enviaram a documentação por correio, os números ainda devem aumentar, apesar de as inscrições já estarem encerradas.
Nas últimas semanas de 2013, os municípios participantes receberam as cartas de boas-vindas e documentos que apresentam indicadores das condições iniciais de crianças e adolescentes em suas cidades. A partir de fevereiro, começarão os primeiros encontros, que inauguram uma agenda de eventos e mobilizações para ajudar os municípios a cumprir as metas, envolver gestores e sociedade civil, melhorar os indicadores e chegar, ao fim, à certificação do Selo UNICEF Município Aprovado.
O Selo é a principal contribuição do UNICEF à Agenda Criança Amazônica, compromisso assumido por governos, sociedade civil, empresas e organismos internacionais, durante a cerimônia de encerramento do Selo 2009-2012 em Brasília. A iniciativa contribui para que o Brasil alcance os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e reduza as disparidades regionais. Como parte da Agenda, além do Selo UNICEF, várias outras ações são desenvolvidas na Região Amazônica, como a Semana do Bebê e a campanha pelo registro de crianças indígenas.
Fonte: ONU
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