27 de novembro de 2007

Ambiental

Como se pode tratar de educação ambiental, gestão ambiental ou engenharia ambiental na Amazônia?
Muitos pensam e agem de forma global. A Amazônia não é global. É pessoal!
Não adianta as ONG's tentar agir aqui como se age na Europa ou Ásia em relação ao meio ambiente.
Não vai dar certo.
Deveríamos, os amazônidas (os que moram, os que adotaram e os que pretendem vir morar) criar condições e situações próprias para os que aqui habitam.
A educação ambiental tem que ser diferenciada para que a multiplicidade de povos possa entender o que se pretende implementar. Não há como cuidar de reciclagem de materiais nos garimpos se não oferecem condições de retirar pláticos, latas e garrafas para que os mesmos sejam aproveitados. Os trabalhadores de lá vão continuar jogando o lixo...no quintal deles!
Não há como se falar de gestão ambiental se quem polui indiscriminadamente os rios e os solos não entende o malefício que causam a seus descendentes.
Não hã como se falar em engenharia ambiental se os recursos não são disponibilizados para que implemente os estudos integrantes do desenvolvimento sustentável.
Por isso, nesta discussão sobre o Zoneamento Economico-Ecológico do Pará, que se realizará na Assembléia legislativa tem que ser implementado um modelo para que se adapte aos nossos e não aos que não conhecem a realidadce amazônica.

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