14 de julho de 2006

Eu sou amazônida, e você?

É sempre saudável para o espírito e para os olhos se deliciar lendo uma crônica de Lúcio Flávio Pinto. Então, vasculhando na net sobre os Garimpos do Tapajós encontre esta, bem fresquinha, publicada nos canais Gramsci e o Brasil e La Insignia. Um trecho dela nos enleva:

"Eu sou o caboclo que chora seu rio aprisionado e sua floresta derrubada. Chora, se indigna, reage e escreve um texto como este, pedindo aos novos bwanas que cheguem-se a nós, sejam mais um de nós, mas como nós, que somos amazônidas".

Obrigado, caboclo amazônida!

2 comentários:

Anônimo disse...

Jubal Cabral.
Fico feliz que tenhas dado maior amplitude à crônica de Lúcio Flávio Pinto "Eu sou amazônida, e você?, mas, além de compartilhar com sua alegria de caboclo amazônida, gostaria de informar que o referido texto foi publicado originalmente no jornal O Estado do Tapajós por ocasião do aniversário de Santarém, como contraponto às reportagens sobre o agronegócio no Oeste do Pará.
Para mim, que dirijo O Estado, enche-me de alegria ter estimulado o Lúcio Flávio a escrever tão belo texto, que agora é recepcionado em vários sites do Brasil e do exterior.
Dupla alegria, também, por apenas O Estado do Tapajós ter o privilégio de publicar com exclusividade, em todo o Oeste do Pará, os textos de Lúcio Flávio
Pinto.
Miguel Oliveira
Jornalista, reg. FENAJ 581

Jubal Cabral Filho disse...

Feita a correção.
Como a minha profissão não me permite ler todos os emails enviados O que você tem feito com frequência), posso ter passado "em branco" nesta.
O Lúcio é um velho amigo e eu sou admirador de carteirinha de suas crônicas e escritos e quando encontro algum que não tenha lido, me enlevo e procuro compartilhar imediatamente.
Grato pela observação.