Neste domingo fomos, mesmo licenciado, visitar as dependencias do Iate Clube de Santarém.
Junto com Miguel Oliveira, José Olivar Azevedo e meu irmão, o Pipa - com seus respectivas familiares - almoçamos e relembramos momentos agradáveis e difíceis vividos por lá.
O tom maior da conversa é a transformação do clube litorâneo em um balcão de negócios de comerciante/atacadista de bebidas e de veículos náuticos.
O atual Comodoro assina permissões e contratos sem a devida autorização dos associados, que ouvem calados e concordam. Sugere deixar a cargo da Diretoria o aumento de mensalidades. Tudo à revelia do Estatuto do clube. As poucas vozes que se rebelam são, principalmente, as de José Olivar - um dos construtores do atual estatuto - e do Donaldo Pereira, o Pato.
O Iate agoniza.
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