"Desapareceu a figura do professor da escola estadual, aquele profissional que conhecia todos os alunos, acompanhava-os ao longo dos anos, sabia identificar os irmãos e familiares, a vizinhança, participava daquela comunidade.
A rotatividade anual faz com que o professor esteja sempre na situação de "forasteiro".
No início do ano, ele tem de começar do zero a conhecer aquele novo mundo."
Maria Isabel de Almeida, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, especialista em didática e na formação de professores (Folha de SP, 13/2).
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