
Através de notícia publicada no Ondas3, os cientistas americanos e peruanos conseguiram descobrir que a malária em áreas desflorestadas é mais perigosa que nas florestas primitivas. Isto porque a ferrada do mosquito transmissor é 278 vezes mais forte.
Ainda bem que as malárias que peguei em Rondonia, no Amazonas e no Pará foram em áreas de florestas primitivas, senão a esta altura, além dos malefícios decorrentes delas, haveria marcas dos Anopheles darlingi.
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